Entre em contato

email: alexandre65@gmail.com
msn: alexandre65@gmail.com
www.twitter.com\alexandregalves

Tá difícilde achar? Não encontrou? Pesquise aqui!

Pesquisa personalizada
Mostrando postagens com marcador juventude. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador juventude. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

A Veja/Editora Abril teme a ousadia da Juventude


A revista Veja repetiu o que vem fazendo nos últimos anos na primeira semana do mês de outubro: Demonstrar todo seu medo com a juventude que sonha com uma sociedade mais justa.

Confesso que não li e muito menos me dei ao trabalho de comprar a revista que afirma desmascarar o mito da juventude, entretanto entendo o desespero que faz com que os editores publiquem uma capa desta, o Congresso esta na iminência de instaurar a CPI da Editora Abril e a maior pressão para que seja instaurada vem da UNE. Se a idéia era diminuir esse movimento a estratégia deu errada, essa semana os estudantes realizam a queima de revistas em frente a Sede da Editora Abril, e eu reforço a torcida pela abertura da CPI Abril/Telefônica.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Governo fracassa em empregos para a juventude

Os dados da pesquisa são reveladores: o desemprego na faixa de 18 a 25 anos foi de 16,7% em 2006.

O maior entre as faixas da população economicamente ativa. Outro dado é que a participação no mercado de trabalho da faixa de 20 a 24 anos, passou de 66,6% para 66,0% de 1996 até o ano passado, e entre 18 e 19 anos caiu de 55,2% para 51,8%.Para a maioria dos especialistas, o problema está na baixa formação da juventude. Meia-verdade. A solução para resolver o desemprego dos jovens não é só promover a qualificação e realizar a preparação para o mercado de trabalho.

Isso resolve uma parte do problema. É preciso que haja desenvolvimento econômico. O economista Márcio Porchmann sempre lembra isso em suas palestras.

A política do Governo Lula nessa área foi tão deficiente que o Programa Primeiro Emprego deixou de existir por ineficiência e o seu substituto, o Projovem, foca mais a questão da qualificação.

Está ficando nítido, não basta só qualificar. É preciso que o Brasil cresça de maneira sólida para que possa absorver a mão-de-obra jovem que se forma a cada ano.