Entre em contato

email: alexandre65@gmail.com
msn: alexandre65@gmail.com
www.twitter.com\alexandregalves

Tá difícilde achar? Não encontrou? Pesquise aqui!

Pesquisa personalizada
Mostrando postagens com marcador tucano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tucano. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Perigo! Multinacionais de olho no nosso petróleo: Shell já definiu o Brasil como área estratégica

Leia matéria do jornal Valor, escrita pela jornalista Cláudia Schüffner

Segunda maior produtora de petróleo no país, bem atrás da Petrobras mas com 117 mil barris produzidos por dia, a Royal Dutch Shell lista hoje o Brasil como uma área estratégica para a companhia. O Parque das Conchas, no bloco BC-10 (em águas profundas da parte capixaba da bacia de Campos), é atualmente um dos maiores da empresa anglo-holandesa no mundo. O projeto está hoje ao lado de investimentos gigantescos da Shell como Sakhalin II (o maior do mundo para exploração e produção de gás para exportação da Rússia) e Catargas4 (de liquefação de gás no Catar) só para mencionar alguns dos nove principais projetos que vão garantir o aumento da produção da multinacional nesta década.

Vice-presidente para Américas da Shell Exploração e Produção, o americano Marvin Odum, disse ao Valor que depois de seis meses de operação, a produção no Parque das Conchas está acima das expectativas. Ele mostrou surpresa quando informado de algumas especulações recentes de que a empresa estaria preparando sua saída do país na área de exploração e produção de petróleo. Ele menciona o programa de exploração da companhia, que deve receber novas sondas de perfuração, e diz que tem interesse em mais áreas.

Com cerca de US$ 3 bilhões aplicados no país desde 2002, quando começou a investir nos campos Bijupirá-Salema - dois campos descobertos pela Petrobras em 1990 onde a Shell produz atualmente 30 mil barris por dia de óleo pesado na bacia de Campos -, a Shell planeja perfurar dez poços no país até o fim de 2011, dois deles no pré-sal das bacias de Campos e Santos. O primeiro resultado deve ser conhecido em maio, quando a empresa pretende atingir o pré-sal em Nautilus, um dos cinco reservatórios encontrados no pós-sal do Parque das Conchas.

Outro poço da multinacional no pré-sal será perfurado no bloco BM-S-54. Para cumprir esse programa a companhia vai reservar duas ou quatro sondas de perfuração para o Brasil, informa Marco Brummelhuis, vice-presidente de desenvolvimento da área de Exploração e Produção Américas.

Odum diz que o resultado das próximas perfurações vai dizer que tamanho a operação da Shell terá no país nos próximos anos. Atualmente o Brasil é responsável por cerca de 2% da produção total da companhia, que é de 3,3 milhões de barris por dia, considerando que nem toda a produção fica com a empresa.
A empresa é a operadora dos dois sistemas de produção mas tem como sócias a Petrobras (35%) e a indiana ONGC (15%) no BC-10 e a Petrobras, com 20%, em Bijupirá-Salema. A parte da Shell é toda exportada.

A anglo-holandesa aplicou novas tecnologias no Parque das Conchas, entre elas a instalação de geradores com capacidade de gerar 68 megawatts (MW) de energia na plataforma flutuante FPSO Espírito Santo. Bombas elétricas de 1.500 Hp alimentam sistemas de separação e bombeio em alta pressão que ajudam a extrair o petróleo pesado facilitando o percurso de 1.800 metros até a plataforma. O gás natural produzido junto com o óleo é bombeado para dentro do reservatório Ostra para reduzir a queima de gás e emissões de CO2. A tecnologia é tão nova que será adotada no desenvolvimento do campo Perdido, no Golfo do México, onde a Shell obteve o recorde de produção em águas ultraprofundas.
Animado com as perspectivas no país, Odum afirma que prefere não comentar as mudanças regulatórias no setor que estão em votação no Congresso brasileiro. Ele diz que sobre isso quem tem de responder é o Brasil. O executivo acha que o sistema atual teve muito sucesso em atrair investimentos e diz que sua " expectativa pessoal " é de que o Brasil continue atraindo as companhias internacionais do setor. Mas pondera que, para isso, será necessário dar continuidade aos leilões de áreas da Agência Nacional do Petróleo (ANP) no pós-sal.

" Independentemente das mudanças no pré-sal, é importante para a indústria que ocorram novos leilões. Essa indústria tem um ' momentum ' em que as empresas dedicam investimentos, pessoal, tecnologia e foco, desenvolvendo fornecedores locais. E o timing da próxima rodada do pós-sal é importante também " , enfatiza.

Questionado se a Shell aceitaria contratos de partilha de produção, o executivo disse que a companhia trabalha com esse tipo de contrato em várias partes do mundo. Contudo, é preciso conhecer os contratos, que no caso do Brasil ainda não estão disponíveis, já que a nova legislação ainda não foi aprovada.

"Atuamos de forma global e participamos de partilha em vários países. É um sistema com o qual podemos trabalhar, mas os detalhes realmente podem fazer toda a diferença nesse caso. E atualmente os detalhes não estão claros para nós ", afirma


Fonte: Site da FUP www.fup.org.br

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Como o Datafolha manipulou as amostras para aumentar o número de Cidades pesquisadas no Estado de São Paulo

Quando Dilma reduziu para 4% sua diferença para Serra na pesquisa de fevereiro de 2010, o Datafolha, misteriosamente, mudou seu plano de amostragem, aumentando as cidades paulistas que compõem a amostragem de 25 para 55.

Nas demais estados, onde José Serra não é popular, como no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, o número de cidades pesquisadas continuou praticamente o mesmo, com variações mínimas.



Fonte: Blog os amigos da Presidente Dilma


Clique na imagem para aumentar







quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Democratas = Escravocratas

A atitude dos senadores democratas e dos senadores tucanos a respeito da fiscalização móvel do Ministério do Trbalho com a finalidade de apurar denúncias sobre o trabalho escravo, demonstra mais uma vez que esses Partidos têm lado e é o lado dos opressores da classe trabalhadora.

É vergonho ver a Senadora Kátia Abreu (Democrata) em seu discursso afirmando que condições adversas de trabalho para um trabalhador do Nordeste é diferente das condições do trabalhador do Sul. Os movimentos sociais, populares, democráticos que defendem a luta da classe trabalhadora deve repudiar qualquer tipo de condição adversa aos trabalhadores, seja onde for!

A paralisação dos fiscais do Ministério não deve durar muito tempo mas serviu para mostrar mais uma vez ao povo de que lado os tucanos e os democratas (escravocratas) estão.

domingo, 19 de agosto de 2007

Quem quer mudar não pode cansar!

Quem quer mudar não pode cansar!


As propagandas “Cansei!” bancadas pela OAB-SP e por outros grande empresários da elite paulista tentam se transformar em um movimento de massas, porém como um grupo elitista se transforma em movimento?? Eles tentam usar velhas táticas de contratação de grandes artistas, propagandas em horários nobres da TV, de apelos sentimentais contra o governo e de intimidação financeira. Prova disso foi o ato que aconteceu na última semana em São Paulo reunindo artistas do porte de Ivete, Hebe e Ana Maria Braga e que o apresentador teimava em dizer que contava com mais de 5 mil pessoas quando na verdade não chegavam a 3 mil pessoas.

Analisando o perfil dos líderes do “Cansei” entendi o porquê deste nome. Trata-se de uma classe que sempre obtivera muitos, e muitos benefícios com os últimos governos tucanos e que agora, depois de 5 anos, começam a perder seus status, volto a dizer começam, torço para que muito mais venha pela frente. São retratos da classe média alta que está cansada de ver o classe baixa freqüentar mais supermercados, ter direito a diversão, esporte e cultura, antes destinados apenas para eles. São egoístas e não querem repartir um décimo de seus privilégios e se aproveitam da situação política do Brasil e da dor daqueles que perderam seus entes no desastre aéreo para tentar desestabilizar o Governo.

Devemos estar atentos não para o “cansei”que já nasce fracassado mas sim para as manifestações preconceituosas daqueles que perdem privilégios na sociedade, atos como esse me lembram a Marcha da Família com Deus pela Liberdade que no ano de 1964 mobilizou milhares contra o perigo comunista e entregou o Brasil de mãos beijadas a ditadura militar, assim como os movimentos moralistas que criaram o facismo europeu.

Não devemos e nem podemos deixar de criticar e nos manifestar, essas ações movem a sociedade, mas temos sempre que ter o discernimento para enxergar qual o objetivo dos movimentos, assim entendo que devemos pedir o fim da corrupção, e não somente a mudança daqueles que são corruptos por aqueles que sempre foram coniventes com isso. Não podemos cansar de querer mudanças!!

* Coluna publicada no Jornal Gazeta das Praias de São Francisco do Sul, 21 de agosto de 2007