Nesta quarta-feira (21.04) aconteceu reunião de planejamento da OB Petroleira do PCdoB em Santa Catarina, a reunião ocorreu na cidade de Joinville.
Foram deliberadas as prioridades de trabalho, entre elas maior participação na CTB/SC e na política sindical petroleira nacional. Foram ainda definidas as prioridades da base.
A reunião foi acompanhada pelo Camarada Caetano que é membro do Comitê Central do Partido, petroleiro e membro da Direção da FUP destacando mais uma vez a importância da Organização dos Trabalhadorese do Partido Comunista do Brasil dentro de suas bases principalmente em ramos estratégicos.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Organização de Base Petroleira do PCdoB em Santa Catarina realiza reunião de Planejamento
Marcadores: Alexandre Alves, CTB, FUP, PC do B, Petrobrás, petroleiro, Santa Catarina
quarta-feira, 17 de março de 2010
O NOVO MARCO REGULATÓRIO PARA O PRÉ-SAL E OS CAMPOS MADUROS*
* Por Divanilton Pereira
INTRODUÇÃO
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
CPI aprova relatório final e isenta Petrobras de irregularidades
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras encerrou os trabalhos nesta quinta-feira com a aprovação do relatório final do senador Romero Jucá (PMDB-RR) que não apresentou o pedido de indiciamento de nenhum diretor da estatal nem apontou irregularidades na gestão da empresa ou execução das obras.
Depois de adiar por duas vezes a conclusão da CPI, o senador Fernando Collor (PTB-AL) propôs que a conclusão do relatório final ficasse para fevereiro, após o retorno do recesso parlamentar.
Em uma reunião esvaziada, com a presença de apenas quatro senadores dos 11 titulares, Collor disse que o parecer final deixou de investigar uma série de suspeitas sobre a gestão da Petrobras e contratos de construção de plataformas e refinarias. "Preocupa-me aprovarmos esse relatório sem a completa e profunda análise de alguns fatos. Preocupa-me o fato de não termos tempo necessário para vislumbrar o relatório, e discuti-lo e aprová-lo em poucas horas. A exiguidade de tempo para analisar esse relatório não parece justificável. A magnitude do tema requer mais tempo de avaliação. Esse aspecto de celeridade constitui, na maioria das vezes, uma automutilação de competências da Casa", disse.
O presidente da CPI, senador João Pedro (PT-AM), recusou o pedido de novo adiamento e conduziu a votação do relatório para o resultado já esperado, uma vez que a oposição abandonou os trabalhos há mais de um mês em protesto contra a blindagem governista às investigações.
O petista fez questão de agradecer a contribuição dos senadores oposicionistas enquanto participaram dos debates. "Nos momentos mais duros dos debates, a participação da oposição que hoje não está nessa última sessão, ela contribuiu com o conteúdo deste relatório", disse.
Collor apresentou uma espécie de relatório paralelo, com sugestões para serem acrescentadas ao texto de Jucá, como mudanças no decreto que permite dispensa de licitação para obras menores ou de emergência da Petrobras. "Não se apresenta razoável permitir aos administradores da empresa adquirir material de escritório ou similares um processo licitatório fechado, com empresas pré-escolhidas pela direção. Para as grandes obras de engenharia, que seja usado o pregão eletrônico", disse.
O relator disse que as sugestões de Collor já estão acolhidas nas propostas de projeto de lei incluídas no texto final da CPI. "Dos cinco pontos que foram apresentados, nós discutimos um a um abertamente e nenhum momento restou qualquer dúvida, qualquer questionamento, cada etapa foi concluída a seu tempo e anunciadas aqui textualmente", disse Jucá.
Sobre a acusação de que a Petrobras usou manobra fiscal para deixar de pagar R$ 4 milhões à Receita Federal, Jucá repetiu ao senador Collor que não houve nenhuma irregularidade, apenas uma interpretação diferente da medida provisória em vigor que permite a mudança de regime tributário em tempos de crise. "A idéia do mecanismo era que a qualquer momento pudesse ser mudado o regime de apuração para não ficar supervalorizado o pagamento de impostos. Agora com a medida sugerida estamos clarificando a posição da Receita Federal, para que não reste dúvida que a lei já era essa", disse Jucá.
O peemedebista também rebateu as críticas de Collor sobre a dispensa de licitação. "Quanto a contratação de serviços, grande parte dos relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) se dá pelo decreto que a Petrobras usa e a interpretação da lei de licitações. Eu acolho todas as sugestões como adendo ao texto, mas ficou comprovado aqui que a Petrobras tem uma experiência diferenciada, um regime de operação muito mais cuidadoso que uma prestadora de serviço normal", justificou.
O senador Delcídio Amaral (PT-MS) se uniu à defesa de Jucá à Petrobras e disse que as medidas propostas pelo relator deixam muito claro que não há qualquer tipo de dúvida quanto à medida provisória da Receita Federal. "As CPIs não são feitas para punir e sim produzir uma legislação compatível de tal maneira a melhorar a gestão e foi o que essa CPI fez. Grande parte das confusões sobre as quais a Petrobras é denunciada é em função da interpretação diferenciada do decreto que dá a Petrobras uma flexibilidade maior para licitações e contratações. Com a quebra do monopólio foi necessário, porque o que a concorrente fizesse em 30 dias a Petrobras levaria um ano com as mesmas regras", disse.
Segundo Jucá, as denúncias de irregularidades nas obras da Refinaria Abreu e Lima e de plataformas da estatal já estão sendo investigadas pela Polícia Federal e Ministério Público.
Fonte: Terra
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A inocência presumida foi pro espaço!!
Petroleiros punidos relatam o “inferno” que estão vivendo Por telefone, dois dos petroleiros que foram punidos na Bacia de Campos relataram as pressões, assédios e ameaças que sofreram das gerências na greve de março. Eles falaram sobre o que mudou em suas vidas e o que está em xeque nesta disputa ideológica em que a Petrobrás transformou a campanha reivindicatória. Preservamos a identidade dos trabalhadores para protegê-los. Ambos estão menos de cinco anos na empresa, têm entre 22 e 25 anos de idade, moram fora de Macaé, continuam na luta pelo coletivo e confiam na solidariedade de classe da categoria petroleira. “Jamais deixamos de acreditar no coletivo” “Vivemos um verdadeiro inferno a bordo da plataforma, momentos antes de ser deflagrada a greve de março. Sofremos todos os tipos de pressão, assédio e ameaças por parte das gerências. Uma tortura psicológica, um desrespeito tão absurdo, que nunca na vida pensei que fosse passar por isso. Mesmo assim, resistimos e mantivemos a calma e o equilíbrio o tempo todo em que estivemos na sala de controle, apoiando os companheiros que estavam na operação da plataforma. A gerência queria ocupar a sala com a equipe de contingência e o que fizemos foi simplesmente acatar o indicativo do sindicato, preservando nossos postos de trabalho. Os gerentes, sim, faziam questão de deixar claro que ocupariam a sala de qualquer jeito, mesmo que fosse preciso conflito. Fizeram de tudo para nos desestabilizar, mas estávamos preparados para não entrar em confronto, pois sabíamos dos riscos que corríamos e que as gerências poderiam sabotar nossa greve. Por isso, trabalhamos exaustivamente, o tempo todo sob tensão, vigilantes para que nada afetasse a segurança e a integridade da plataforma. Vivemos situações extremamente cruéis, como ouvir o Geplat admitir que tinha cortado a comunicação da plataforma e que seríamos demitidos de qualquer forma, se permanecêssemos embarcados ou se desembarcássemos. Apesar de tudo isso, jamais deixamos de acreditar no coletivo. Lutávamos com a convicção de que as conquistas da greve seriam de toda a categoria. São extremamente injustas e infundadas as punições que sofremos. Não fizemos absolutamente nada que pudesse justificar essa atitude da Petrobrás. Estamos indignados e revoltados com as mentiras que estão sendo ditas para confundir a categoria. Fiquei sabendo que estão falando que a gente até cuspiu na cara do gerente, quebramos equipamentos, deitamos na sala de controle, ameaçamos e assediamos os gerentes… Imagina isso! Nós é que fomos submetidos a um verdadeiro inferno, fomos acusados, julgados e punidos sem motivo algum e sem qualquer direito de defesa. Nos usaram para coagir e subjugar a categoria. É muito clara a estratégia da Petrobrás: ataca as lideranças do movimento, espalha o clima de terror e perseguição entre os trabalhadores para impedir novas greves e mobilizações. Nossa categoria não pode permitir isso, pois seria um golpe na esperança de que juntos podemos corrigir as injustiças e lutar por um futuro melhor para todos. Continuo acreditando na luta, na solidariedade de classe e tenho certeza de que não seremos abandonados pelos trabalhadores”. “Desestruturaram nossas vidas e famílias” “O que mais me impressiona nisso tudo é a falta de pudor dos gerentes em manipular as nossas vidas. Além da humilhação, desrespeito e injustiça que sofremos, nossas vidas viraram de ponta cabeça. Fomos transferidos para terra há oito meses, à nossa revelia. Desestruturaram nossas vidas e famílias e ainda têm a cara de pau de inventarem absurdos a nosso respeito, tentando induzir a categoria a nos julgar por algo que não cometemos. Tenho plena consciência de que essas punições arbitrárias só ocorreram para as gerências medirem força com os sindicatos e nos fazerem de exemplo para esvaziar os próximos movimentos da categoria. A Petrobrás sabe que não houve motivos paras as punições, que foram desnecessárias, mas não acreditava que a categoria fosse reagir, como está reagindo, a essa injustiça. Uma das acusações que sofremos ao sermos punidos foi que cometemos assédio moral contra os gerentes, quando nós é que fomos de fato assediados o tempo todo por eles. Sabe por que? Porque acatamos o indicativo do sindicato. Esse é o jogo, essa é a estratégia da Petrobrás. Se a categoria engolir essas punições sem reagir vai estar permitindo que as gerências sigam adiante em seu objetivo, que é ceifar e enfraquecer qualquer tipo de movimento que venha ocorrer no futuro. Se isso acontecer, corremos o risco de nunca mais conquistar nada, pois não teremos mais correlação de forças para enfrentar os desmandos e injustiças das gerências. Tenho esperança de que na luta, nacionalmente unidos, conseguiremos reverter essas punições. Não por mim ou por meus companheiros, mas em honra de toda a categoria” Fonte: Blog da Juventude PetroleiraDireito Constitucional é esquecido pela Petrobras
Punições vieram a galope, sem direito de defesa.
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Por que acentuamos Petrobrás?
a.. A FUP voltou a utilizar a palavra Petrobrás, devidamente acentuada, a
partir de fevereiro de 2002, após decisão conjunta em reunião com todos os
sindicatos de petroleiros.
b.. Para quem não sabe (ou não se lembra), Petrobrás era acentuada até o
início da década de 90. Em 1994, a logomarca da estatal foi modificada e a
palavra Petrobrás perdeu o acento. O modelo neoliberal de governo e gestão
das empresas públicas impôs ao longo de toda a década de 90 a abertura e
internacionalização da Petrobrás. E na língua inglesa não existe acento.
c.. Quem esqueceu a tentativa do então presidente da Petrobrás, Henri
Reichstul de alterar, da noite para o dia, o nome da empresa para Petrobrax
em dezembro de 2000? Pois uma das razões alegadas por Reichstul na época
foi de que a nossa Petrobrás tinha duplo sentido lá fora, pois Bras significa
sutiãs em inglês.
d.. Justamente para reafirmar a posição do movimento sindical petroleiro
em defesa da Petrobrás enquanto empresa pública e eminentemente brasileira,
é que a FUP decidiu resgatar o acento, que, aliás, gramaticalmente é
corretíssimo. Errado, em nosso português, é escrever Petrobrás sem acento.
e.. Gramaticalmente, o acento agudo em Petrobrás se justifica porque a
palavra é oxítona terminada em AS. O fato de ser uma sigla não implica
correção para eliminar o acento agudo na última sílaba da palavra
Petrobrás. A Nestlé também é uma sigla e mantém até hoje o acento agudo.
f.. Vejamos a opinião dos estudiosos da língua portuguesa. João Ubaldo
Ribeiro, escritor, colunista de O Globo, na sua crônica semanal, de
24/02/2002 escreveu: "Petrobrás para mim é e sempre será com acento...
Petrobras sem acento é porque aqui tudo é em inglês e em inglês não se usa
acento."
g.. O professor de gramática Pasquale Cipro Neto, em sua coluna "Ao Pé da
Letra", no jornal O Globo de 03/01/1999 já havia esclarecido: "Uma empresa
genuinamente brasileira, a Petrobrás, ou melhor, a ex-Petrobrás, atualmente
Petrobras, também resolveu mandar as favas o acento. Um dos supostos
motivos é interessantíssimo: lá fora, as pessoas confundem o acento com um
apóstrofo e acham que está escrito "Petrobra's. Em inglês, esse "s" precedido do
apóstrofo indica a idéia de posse. Isso explica por que em muitos bares e
lanchonetes - do Brasil - você vê algo como "Chico's Bar", o que
correspondente a "Bar do Chico".
h.. Ensina o Professor Pasquale: "Para que não fique nenhuma dúvida, em
português, as oxitonas terminadas em "a", "as", "e", "es", "o", "os", "em",
"ens" são acentuadas: vatapá, café, você, jiló, avó, alguém, Petrobrás,
jacarés, urupés, carijós, supôs, parabéns. Alguém pode dizer que marca é
marca, que cada um escreve como quer, etc. Se o nome da marca é escrito em
português, nada justifica que sua grafia não respeite o padrão ortográfico
da língua portuguesa."
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